Um tema muito comum e bastante discutido entre pessoas da área de comunicação. Como ser criativo, fazer anúncios hipercriativos, roteiros impecáveis, ou uma redação que informe o consumidor sobre as qualidades do produto anunciado, sem que isso seja apelativo ou apenas um texto informativo? Como? Simples, basta ser criativo! Na teoria pode ser simples, mas, como pensar com criatividade?
A criatividade existe em todos nós, cada um tem um ou mais lados criativos, seja ele voltado para questões financeiras, para conseguir fazer uma grana extra para sair de um aperto no fim do mês ou pra comprar um produto que desejamos, ou também para o lado amoroso, que usamos na tentativa de conquistar a mulher amada.
E por que não, usar essa criatividade na publicidade?
A criatividade é aflorada quando há um motivo forte. Desejo, paixão e dor, são elementos “fortes” que contribuem para que usemos a tal “criatividade”. E caso não saiba, esses sentimentos estão ligados como carne e unha na publicidade.
Emoção, é o termo comum entre publicidade e criatividade, não existe criatividade sem causa, sem sentimento, sem emoção. É assim também na publicidade.
Como disse antes, a criatividade está em cada um de nós, mas, como usar essa criatividade do dia-a-dia na publicidade?
O principal é reconhecer que publicidade também é emocional e não só razão, afinal se a publicidade fosse feita apenas de raciocínio, os anunciantes simplesmente colocariam as qualidades dos seus produtos e o consumidor, com o seu lado racional, sem um pingo de emoção, decidiria qual produto traria mais vantagens, e faria sua escolha. Mas isso não acontece, e por conta disso temos um papel maior a ser feito, ou melhor, a ser escrito.
A perfeição de uma campanha para um produto acontece quando conseguimos conquistar os consumidores de determinado produto, pelas emoções e também pelo lógica. Esse é o tão almejado, “Raciocínio Criativo”.
O nosso cérebro, quando nascemos, está completamente livre de qualquer “programação”, de qualquer preconceito. Ao longo dos anos vamos moldando nossas mentes a terem vontade própria, se é que podemos chamar assim. Em outras palavras, criamos vontades. Não gostamos de pimenta porque arde, ou gostamos porque arde. Ou seja, vamos moldando o nosso cérebro de acordo com nossas necessidades. É o mesmo que temos a fazer com a criatividade, ensinar, programar o nosso cérebro a raciocinar de forma criativa, e isso não acontece da noite pro dia. Não existe fórmula mágica para isso.
Como ensinar nosso cérebro a ter um raciocínio criativo?
Apesar de não ter uma formula mágica, vamos entender um pouco como funciona o nosso cérebro.
Somos munidos de informações o tempo todo e nosso cérebro armazena tudo. Classifica essas informações de acordo com nossas prioridades. Quando estamos com um job de um cliente/produto, ele é ativado. Busca informações arquivadas durante toda a vida, e que se relacionam ao produto/cliente. Porém, nosso cérebro, em determinadas situações, não é tão veloz assim. Quando solicitamos uma informação, e ele nos dá a resposta imediata, isso quando é um assunto da sua rotina. Por exemplo, se lhe perguntarem qual a sua cor preferida? Ou melhor, qual o seu nome? O cérebro fará uma pesquisa e imediatamente dará a informação. Mas, quando se trata de algo novo e inédito (como a publicidade deve ser), o nosso cérebro demora mais para processar, formular o que solicitamos a ele, pode demorar dias até conseguir combinar as informações contidas em nossa mente. Para conseguirmos extrair algo interessante, criativo, vai depender da experiência de vida de cada indivíduo, dos livros que leu, dos relacionamentos que teve e outra série de fatores. Como dizem por aí, um criativo não vê nada de forma negativa, tudo é motivo para inspirar sua criatividade.
Meu conselho é que viva a vida com bastante intensidade, variedade, tenha a mente aberta, sugue o máximo do mundo, observe a natureza, todas as suas formas, seus contrastes, suas combinações, cores, pessoas etc. Tudo isso vai ser fonte de pesquisas na hora de criar. É uma busca incansável.
Você pode ajudar o seu cérebro. Como?
Quando estiver com um job sobre um determinado produto ou serviço, busque o máximo de referências que conseguir. Pesquise peças relacionadas ao tema, leia sobre o produto, assim seu cérebro vai coletar todas essas informações e vai começar a processá-las, na tentativa de combinar tudo que você leu e viu naquele momento, com tudo o que adquiriu aos longos dos anos. Esse processo pode demorar muito, ou pode ser rápido, depende dos fatores que citei acima, suas experiências de vida. Quanto menos experiência de vida, maior deve ser a pesquisa momentânea, mais minuciosa possível, a fim de observar detalhes que ajudarão a alcançar o raciocínio criativo de forma mais rápida.
Agora você já tem as ferramentas que deve usar para alcançar o raciocínio criativo. Uma das dicas no texto, é que você viva mais, leia mais e se relacione mais, seja observador ativo, fique atento, ouça mais.
Pra finalizar, uma dica excelente: o livro “Raciocínio Criativo na Publicidade” de Stalimir Vieira. Com esse livro você vai dar um mergulho mais profundo sobre a criatividade na publicidade, por meio das experiências vividas pelo autor.
Thiago Silva
terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Qualidade x Gráficas x Fluxo
É impressionante como o avanço da tecnologia muda a forma de trabalho (workflow) de cada um de nós. A evolução dos softwares, hardwares em geral, e suas usabilidades fazem com que fiquemos em constante atualização para que o fluxo de trabalho se mostre cada vez melhor. Porém, falando especificamente em softwares gráficos, há uma resistência muito grande ainda por parte de algumas empresas, no que diz respeito à melhoria no processo de trabalho, tanto de quem contrata o serviço, quanto de quem produz o material.
Vamos a um exemplo prático para quem trabalha com arte em geral: designers, diretores de arte, diagramadores etc. Você fez seu material gráfico todo em Illustrator, pra mim o melhor software vetorial existente, e precisa enviar para gráfica. Certo? Bom, então finalizamos o arquivo e mandamos em vários formatos (.eps, .tiff, .idd, .pdf) para que não ocorra qualquer tipo de problema. O certo seria enviar somente em *.pdf, um formato mais seguro e confiável, porém já houve casos em que me perguntaram o que era esse tal de “pdf” que todo mundo fala. Fazer o quê! Beleza, o arquivo chega à gráfica, só que com um pequeno porém: a gráfica não trabalha com Illustrator, somente com o tão famoso Corel. Aí o que acontece??? O arquivo volta pra agência para mudar o formato.
Bem, de cara exportamos o danado do arquivo pra *.eps para ver se abre no Corel.
1ª tentativa: o gradiente bonitinho que você fez com tanto carinho no Illustrator foi pro beleléu, ficou todo dividido. E as fotos linkadas? E a fidelidade de cores? Bom, não vou descrever tudo mas esses são os principais exemplos de incompatibilidade. Nessa altura do campeonato o cara já tá grilado.
2ª tentativa: exporta o arquivo em *.tiff e importa no Corel. O documento que tinha 4mb ganhou, incompreensíveis 20mb, e as fontes em vetor agora são tudo bitmap. Que beleza? [#modo irônico ativado] Agora manda por email, deve ir rapidinho né? Ahh... quê isso? É só gravar em um cd e pedir pro motoboy entregar, simples e rápido! [#modo irônico desativado]. Escolhido uma das opções, o motoboy ou o email, o arquivo chega de novo à gráfica, é impresso e tcharam! O resultado não foi o esperado, o laranja da logomarca parece que está mais escuro, o verde do background está amarelado, a fonte com 6 pontos que você colocou saiu só o borrão e por aí vai. Esse drama todo por resistência, desconhecimento e falta de interesse em se atualizar.
A conversão de arquivos dita acima, de Illustrator para Corel, é feita através de usuários que usam PC. E pra quem usa MAC? Eu quem digo! Sofro muito com isso. Quase todo dia lá vou eu pedir aos companheiros para fazerem a conversão do arquivo, pois a gráfica não aceita Illustrator. Uma solução, talvez um tanto radical, seria um boicote por parte de agências e outros meios que fazem uso do serviço gráfico, para que percebam a relevância de ter gente capacitada e softwares adequados para cada tipo de serviço. Ou seja, mandou o arquivo em *.pdf e a gráfica falou que só aceita em Corel? Mude de gráfica! O orçamento pode até ficar um pouquinho mais caro, mas o que importa é o resultado, sem surpresas desagradáveis, sem desgaste de relacionamento, sem perda de tempo e com uma qualidade incomparavelmente muito superior.
Aiala Garcia
Vamos a um exemplo prático para quem trabalha com arte em geral: designers, diretores de arte, diagramadores etc. Você fez seu material gráfico todo em Illustrator, pra mim o melhor software vetorial existente, e precisa enviar para gráfica. Certo? Bom, então finalizamos o arquivo e mandamos em vários formatos (.eps, .tiff, .idd, .pdf) para que não ocorra qualquer tipo de problema. O certo seria enviar somente em *.pdf, um formato mais seguro e confiável, porém já houve casos em que me perguntaram o que era esse tal de “pdf” que todo mundo fala. Fazer o quê! Beleza, o arquivo chega à gráfica, só que com um pequeno porém: a gráfica não trabalha com Illustrator, somente com o tão famoso Corel. Aí o que acontece??? O arquivo volta pra agência para mudar o formato.
Bem, de cara exportamos o danado do arquivo pra *.eps para ver se abre no Corel.
1ª tentativa: o gradiente bonitinho que você fez com tanto carinho no Illustrator foi pro beleléu, ficou todo dividido. E as fotos linkadas? E a fidelidade de cores? Bom, não vou descrever tudo mas esses são os principais exemplos de incompatibilidade. Nessa altura do campeonato o cara já tá grilado.
2ª tentativa: exporta o arquivo em *.tiff e importa no Corel. O documento que tinha 4mb ganhou, incompreensíveis 20mb, e as fontes em vetor agora são tudo bitmap. Que beleza? [#modo irônico ativado] Agora manda por email, deve ir rapidinho né? Ahh... quê isso? É só gravar em um cd e pedir pro motoboy entregar, simples e rápido! [#modo irônico desativado]. Escolhido uma das opções, o motoboy ou o email, o arquivo chega de novo à gráfica, é impresso e tcharam! O resultado não foi o esperado, o laranja da logomarca parece que está mais escuro, o verde do background está amarelado, a fonte com 6 pontos que você colocou saiu só o borrão e por aí vai. Esse drama todo por resistência, desconhecimento e falta de interesse em se atualizar.
A conversão de arquivos dita acima, de Illustrator para Corel, é feita através de usuários que usam PC. E pra quem usa MAC? Eu quem digo! Sofro muito com isso. Quase todo dia lá vou eu pedir aos companheiros para fazerem a conversão do arquivo, pois a gráfica não aceita Illustrator. Uma solução, talvez um tanto radical, seria um boicote por parte de agências e outros meios que fazem uso do serviço gráfico, para que percebam a relevância de ter gente capacitada e softwares adequados para cada tipo de serviço. Ou seja, mandou o arquivo em *.pdf e a gráfica falou que só aceita em Corel? Mude de gráfica! O orçamento pode até ficar um pouquinho mais caro, mas o que importa é o resultado, sem surpresas desagradáveis, sem desgaste de relacionamento, sem perda de tempo e com uma qualidade incomparavelmente muito superior.
Aiala Garcia
sexta-feira, 20 de março de 2009
Carol Castro estrela nova coleção de inverno Jean Darrot.

As novidades de inverno da Jean Darrot já podem ser apreciadas. Desta vez quem assina a nova coleção é ninguém menos que a atriz Carol Castro. A beldade, juntamente com o ator e modelo Lucas Babin, estampam além do catálogo, outdoors e o website desenvolvido exclusivamente para a coleção.
Clique aqui e confira.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Desconforto visual
Há pouco tempo tivemos um caso de desrespeito à natureza em nossa cidade. Um indivíduo que cortou várias árvores pelo fato das mesmas estarem obstruindo a visão de placas de outdoor. Isso me fez refletir sobre este problema que vai além deste caso, me fez pensar, questionar sobre a poluição visual que estamos vendo na grande Goiânia.
Com tantas placas de outdoor, painéis luminosos, muros pintados e faixas nos postes, ficamos com uma estafa visual, fruto de toda essa poluição. Não sabemos pra onde olhar, nem mais o que estamos lendo a não ser um monte de letras e imagens aglomeradas. Isto é muito importante para questionarmos se a verdadeira função da mídia exterior está sendo alcançada, isto é, se de fato aquela mensagem de determinado anunciante está sendo vista pelo seu público consumidor e, ainda, se está sendo vista com “bons olhos”. Isso ocorre em Goiânia pelo descaso dos órgãos de fiscalização que não tomam uma providência sobre o desrespeito às leis e normas vigentes, como publicidade em muros e faixas espalhados pela cidade, um amontoado de placas de outdoor e painéis luminosos, além das próprias fachadas de estabelecimentos.
“Normas básicas para instalação de um outdoor, principalmente no que diz respeito à quantidade e à distância entre um e outro, são ignorados pelos donos dos painéis. A fiscalização da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), órgão responsável pelo controle da poluição visual, não consegue coibir os lucros à custa dos olhos alheios”.
(Fonte: O Popular – 01 de março de 2009)
A maior parte de outdoors, principalmente, segundo o próprio sindicato de outdoors é irregular. Enquanto em uma mesma esquina são permitidas quatro placas, em alguns pontos da cidade existem sete, somadas às pinturas em muros e faixas em tecido penduradas em cima das avenidas. A solução deste problema, talvez, não seria tomar uma atitude drástica como feita na cidade de São Paulo, mas uma fiscalização mais rígida quanto às placas ilegais ou, até mesmo, uma diminuição considerável destes pontos de mídias externas, sendo permitidos apenas em pontos estratégicos e em menor quantidade.
Assim, teremos paisagem, teremos uma cidade mais limpa visualmente, consequentemente mais bela, além disso, melhor visualização e divulgação de marcas e produtos aos consumidores, isto é, a certeza de que o consumidor realmente viu e assimilou a mensagem transmitida e não apenas olhou como mais uma entre tantas outras. Seremos, em relação à comunicação e ao meio ambiente, eficientes.
Luciana Álvares
Com tantas placas de outdoor, painéis luminosos, muros pintados e faixas nos postes, ficamos com uma estafa visual, fruto de toda essa poluição. Não sabemos pra onde olhar, nem mais o que estamos lendo a não ser um monte de letras e imagens aglomeradas. Isto é muito importante para questionarmos se a verdadeira função da mídia exterior está sendo alcançada, isto é, se de fato aquela mensagem de determinado anunciante está sendo vista pelo seu público consumidor e, ainda, se está sendo vista com “bons olhos”. Isso ocorre em Goiânia pelo descaso dos órgãos de fiscalização que não tomam uma providência sobre o desrespeito às leis e normas vigentes, como publicidade em muros e faixas espalhados pela cidade, um amontoado de placas de outdoor e painéis luminosos, além das próprias fachadas de estabelecimentos.
“Normas básicas para instalação de um outdoor, principalmente no que diz respeito à quantidade e à distância entre um e outro, são ignorados pelos donos dos painéis. A fiscalização da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), órgão responsável pelo controle da poluição visual, não consegue coibir os lucros à custa dos olhos alheios”.
(Fonte: O Popular – 01 de março de 2009)
A maior parte de outdoors, principalmente, segundo o próprio sindicato de outdoors é irregular. Enquanto em uma mesma esquina são permitidas quatro placas, em alguns pontos da cidade existem sete, somadas às pinturas em muros e faixas em tecido penduradas em cima das avenidas. A solução deste problema, talvez, não seria tomar uma atitude drástica como feita na cidade de São Paulo, mas uma fiscalização mais rígida quanto às placas ilegais ou, até mesmo, uma diminuição considerável destes pontos de mídias externas, sendo permitidos apenas em pontos estratégicos e em menor quantidade.
Assim, teremos paisagem, teremos uma cidade mais limpa visualmente, consequentemente mais bela, além disso, melhor visualização e divulgação de marcas e produtos aos consumidores, isto é, a certeza de que o consumidor realmente viu e assimilou a mensagem transmitida e não apenas olhou como mais uma entre tantas outras. Seremos, em relação à comunicação e ao meio ambiente, eficientes.
Luciana Álvares
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quarta-feira, 11 de março de 2009
Dica para os amantes de Flash
Preparei uma dica bem prática para os amantes do nosso tão conhecido Flash. Aí vai.
As classes tween vieram facilitar a vida dos “flasheiros”, desde o usuário principiante ao avançado, pois além de “economizar” código e tempo, permite fazer animações interessantes reduzindo o tamanho do arquivo swf.
É claro que não é a solução para todos os problemas, mas ajuda, e muito. É necessário bom senso na hora de utilizá-lo, pois, mesmo que ele acrescente poucos 8kbs ao arquivo sfw, pode ser desnecessário em alguns casos, principalmente junto a um loader (carregador).
Aqui vai um link com informações de como funciona e como utilizá-lo. Está em inglês mas dá para entender:
http://hosted.zeh.com.br/mctween/index.html
Nesse mesmo site você pode ver alguns exemplos (http://hosted.zeh.com.br/mctween/examples.html), e fazer download do arquivo “mc_tween2”, o mesmo que eu costumo usar (http://hosted.zeh.com.br/mctween/downloads.html).
Assim que você baixar o arquivo, dê um duplo clique nele para instalá-lo. Com “mc_tween2” instalado basta importá-lo para o flash, da seguinte forma:
Insira um quadro em branco (F7) numa layer qualquer (normalmente nomeamos uma layer com o nome de “ac” ou “action”), feito isso abra a janela de actions do flash (F9) e insira o seguinte código:
#include "mc_tween2.as"
mc1.alphaTo(0, 2.3, "linear");
mc2.colorTo(0xffb1b2, 3, "linear");
mc3.scaleTo(120, 5, "easeOutElastic");
mc4.xSlideTo(10, 0.5, "easeOutElastic");
Coloque-os na janela de actions (F9), logo abaixo do #include "mc_tween2.as", dê um ctrl+enter e veja o resultado. Esses são alguns exemplos bem simples, mas que dão uma noção do que se pode fazer com essas classes.
Espero que tenham gostado do post e que a dica seja bastante útil. Divirtam-se!
Ricardo Machado
As classes tween vieram facilitar a vida dos “flasheiros”, desde o usuário principiante ao avançado, pois além de “economizar” código e tempo, permite fazer animações interessantes reduzindo o tamanho do arquivo swf.
É claro que não é a solução para todos os problemas, mas ajuda, e muito. É necessário bom senso na hora de utilizá-lo, pois, mesmo que ele acrescente poucos 8kbs ao arquivo sfw, pode ser desnecessário em alguns casos, principalmente junto a um loader (carregador).
Aqui vai um link com informações de como funciona e como utilizá-lo. Está em inglês mas dá para entender:
http://hosted.zeh.com.br/mctween/index.html
Nesse mesmo site você pode ver alguns exemplos (http://hosted.zeh.com.br/mctween/examples.html), e fazer download do arquivo “mc_tween2”, o mesmo que eu costumo usar (http://hosted.zeh.com.br/mctween/downloads.html).
Assim que você baixar o arquivo, dê um duplo clique nele para instalá-lo. Com “mc_tween2” instalado basta importá-lo para o flash, da seguinte forma:
Insira um quadro em branco (F7) numa layer qualquer (normalmente nomeamos uma layer com o nome de “ac” ou “action”), feito isso abra a janela de actions do flash (F9) e insira o seguinte código:
#include "mc_tween2.as"
Pronto, agora é só criar seus mcs (movie clips), instanciá-los com o nome de sua preferência (um exemplo: mc1, mc2, mc3, ...) e acrescentá-los ao tween que você escolher:
mc1.alphaTo(0, 2.3, "linear");
mc2.colorTo(0xffb1b2, 3, "linear");
mc3.scaleTo(120, 5, "easeOutElastic");
mc4.xSlideTo(10, 0.5, "easeOutElastic");
Coloque-os na janela de actions (F9), logo abaixo do #include "mc_tween2.as", dê um ctrl+enter e veja o resultado. Esses são alguns exemplos bem simples, mas que dão uma noção do que se pode fazer com essas classes.
Espero que tenham gostado do post e que a dica seja bastante útil. Divirtam-se!
Ricardo Machado
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