É correto dizer que o maior problema para um desenvolvedor Web é o tempo perdido para lidar com as incompatibilidades entre os navegadores (browsers). É comum ver vários programadores se queixando ou até se limitando em utilizar alguns recursos para minimizar os efeitos causados pela mudança de navegador. Ajustar os bugs para cada um deles é irritante, frustrante e torna o processo incrivelmente lento.
Assumir a responsabilidade de sanar todos os erros (bugs) gerados pela incompatibilidade entre os navegadores é uma tarefa árdua, tendo em vista que o programador tem a tarefa de planejar e executar, ele ainda precisa prever e testar tudo que é feito em todos os navegadores.
Os mais utilizados pelos usuários são: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome e Safari. Outros, mais primitivos suportavam somente uma versão mais simples de HTML. O desenvolvimento rápido dos navegadores proprietários, porém, levou à criação de “dialetos” não-padronizados do HTML, causando problemas de incompatibilidade na Web. Navegadores mais modernos suportam versões padronizadas das linguagens HTML e XHTML (começando com o HTML 4.01), e mostram páginas de uma maneira uniforme através das plataformas em que executam.
A W3C que é um consórcio de empresas de tecnologia que foi criada para levar a Web ao seu potencial máximo, por meio do desenvolvimento de protocolos comuns e fóruns abertos que promovessem sua evolução e assegurassem a sua interoperabilidade. Ela desenvolve padrões para a criação e a interpretação dos conteúdos para a Web. É um dever de todo desenvolvedor Web respeitar e seguir os padrões de acessibilidade do W3C, pois de outro modo, serão impostas barreiras tecnológicas a diversas pessoas, desestimulando e até mesmo impedindo o acesso a suas páginas.
Seria muito bom para todo programador se as empresas desenvolvedoras de navegadores respeitassem as normas da W3C, o que hoje não acontece, salvo o navegador da Mozilla, o Firefox que por sua vez ainda não é o mais utilizado pelos internautas. Os outros navegadores em sua maioria utilizam-se de suas próprias normas para aplicação de diretivas de programação. Trazendo assim o problema para o programador que terá que prever todo o desenvolvimento para cada navegador, tornando o seu trabalho mais demorado.
Por sua vez o internauta não quer e não tem a obrigação de saber qual navegador usar. Seu objetivo é acessar os sites que deseja, e estes tem como obrigação serem carregados corretamente para todos, independente do navegador utilizado.
Então se você é programador ou desenvolvedor web, boa sorte na sua caminhada em busca do código perfeito.
Gustavo Valle
segunda-feira, 13 de abril de 2009
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