Olá pessoal, o nosso blog mudou para www.blogdosineditos.com.br .
Abraços Inéditos!!!
sexta-feira, 12 de junho de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Unas cositas más
Nesses dias tenho lido algo muito bom. Um livro que fala sobre propaganda, mas que traz um conteúdo fabuloso (livros de propaganda e conteúdo me parecem algo paradoxal, principalmente esses que vieram junto com a febre encantada de ser um publicitário).
Apesar de uma indicação feita por todos os grandes publicitários que já pude ouvir, só agora tive a oportunidade de ler Confissões de um Publicitário de David Ogilvy. Logo nas primeiras páginas mostra porque é considerada uma leitura obrigatória àqueles que aspiram ou já desenvolvem uma carreira em propaganda.
Mas o que mais chama a atenção não são os relatos sobre os cases ou a forma digamos, peculiar do autor, nem mesmo seu potencial criativo, ali apresentadas pelo “pai da criatividade” na comunicação. Durante a leitura pude perceber o quanto David Ogilvy se envolvia com seu trabalho. Ao contrário do que muitos pensam, não era um homem de criação simplesmente, era um homem de propaganda. Já naquela época se mostrava diferenciado pela sua capacidade de enxergar um projeto como um todo. Era o atendimento das contas, era o planejador, o estrategista, o pesquisador, o criativo e tinha lá também os seus ares de mídia, visto que começou em propaganda vendendo espaços em troca de comissões.
O livro me levou a pensar então sobre o perfil do atual profissional de propaganda. Ficou explicito que o grande sucesso conquistado pelo moço de Londres que se aventurava por terras americanas se deu por sua disciplina, por sua ambição em ser simplesmente o melhor no que fazia. E se gabava disso.
Em recente bate-papo aqui na agência, discutíamos o alto padrão de qualidade dos trabalhos desenvolvidos por designers europeus, até que alguém disse: “Pô, mas os caras só fazem isso, designer gráfico é designer gráfico, num fica fazendo essas coisas de web e tals...”. Aí, passam-se alguns segundinhos e, pesquisando sobre o assunto, descobrimos que o perfil do profissional exigido pelas agências européias são designers planejadores, que trabalhem com web, animação, efeitos, partículas, 3D, vídeo, áudio, e que saibam programar muito bem em Action 3.0, PHP e outros.
Só podia ser piada. Como podiam trabalhar tão bem sem “um foco”?
Mas esse é o grande segredo. O foco. Parece-me que dessa forma o trabalho ganha fluidez, ganha conexão e se transforma exatamente naquilo que fora planejado desde o começo, ou até melhor. Não quero aqui fazer nenhum tipo de apologia ao trabalho solitário, pelo contrário, acredito e muito no trabalho em equipe, nas cabeças pensando juntas. O que quero dizer é que nesse tipo de profissão parece não haver mais espaço para bitolados. Percebo que o negócio da comunicação exige que sejamos multifuncionais, “multicapacitados”, para oferecermos sempre as melhores soluções à cada projeto.
O momento é difícil, todos sabemos. Momento em que até os profissionais de longa data estão de orelha em pé. Com a velocidade que as coisas vêm acontecendo, a necessidade de pessoas que saibam apresentar soluções e resolver problemas é cada vez mais latente. Profissionais que tenham um leque de conhecimentos e cartas na manga serão os grandes responsáveis pelo triunfo das empresas e das marcas sobre os momentos difíceis.
É fato que o mercado sempre fez uma seleção entre os vocacionados e os impulsionados, só que cada vez mais se destacam os profissionais 360°, que como atiradores de elite disparam um tiro só, bem no alvo.
Fico por aqui, mas gostaria que de alguma forma pudéssemos pensar sobre essa nova estrutura, sobre esses novos valores, sobre esse novo fluxo de trabalho capaz de moldar os rumos da vida dos profissionais e das agências de propaganda.
Até a próxima !
Igor Reis
Apesar de uma indicação feita por todos os grandes publicitários que já pude ouvir, só agora tive a oportunidade de ler Confissões de um Publicitário de David Ogilvy. Logo nas primeiras páginas mostra porque é considerada uma leitura obrigatória àqueles que aspiram ou já desenvolvem uma carreira em propaganda.
Mas o que mais chama a atenção não são os relatos sobre os cases ou a forma digamos, peculiar do autor, nem mesmo seu potencial criativo, ali apresentadas pelo “pai da criatividade” na comunicação. Durante a leitura pude perceber o quanto David Ogilvy se envolvia com seu trabalho. Ao contrário do que muitos pensam, não era um homem de criação simplesmente, era um homem de propaganda. Já naquela época se mostrava diferenciado pela sua capacidade de enxergar um projeto como um todo. Era o atendimento das contas, era o planejador, o estrategista, o pesquisador, o criativo e tinha lá também os seus ares de mídia, visto que começou em propaganda vendendo espaços em troca de comissões.
O livro me levou a pensar então sobre o perfil do atual profissional de propaganda. Ficou explicito que o grande sucesso conquistado pelo moço de Londres que se aventurava por terras americanas se deu por sua disciplina, por sua ambição em ser simplesmente o melhor no que fazia. E se gabava disso.
Em recente bate-papo aqui na agência, discutíamos o alto padrão de qualidade dos trabalhos desenvolvidos por designers europeus, até que alguém disse: “Pô, mas os caras só fazem isso, designer gráfico é designer gráfico, num fica fazendo essas coisas de web e tals...”. Aí, passam-se alguns segundinhos e, pesquisando sobre o assunto, descobrimos que o perfil do profissional exigido pelas agências européias são designers planejadores, que trabalhem com web, animação, efeitos, partículas, 3D, vídeo, áudio, e que saibam programar muito bem em Action 3.0, PHP e outros.
Só podia ser piada. Como podiam trabalhar tão bem sem “um foco”?
Mas esse é o grande segredo. O foco. Parece-me que dessa forma o trabalho ganha fluidez, ganha conexão e se transforma exatamente naquilo que fora planejado desde o começo, ou até melhor. Não quero aqui fazer nenhum tipo de apologia ao trabalho solitário, pelo contrário, acredito e muito no trabalho em equipe, nas cabeças pensando juntas. O que quero dizer é que nesse tipo de profissão parece não haver mais espaço para bitolados. Percebo que o negócio da comunicação exige que sejamos multifuncionais, “multicapacitados”, para oferecermos sempre as melhores soluções à cada projeto.
O momento é difícil, todos sabemos. Momento em que até os profissionais de longa data estão de orelha em pé. Com a velocidade que as coisas vêm acontecendo, a necessidade de pessoas que saibam apresentar soluções e resolver problemas é cada vez mais latente. Profissionais que tenham um leque de conhecimentos e cartas na manga serão os grandes responsáveis pelo triunfo das empresas e das marcas sobre os momentos difíceis.
É fato que o mercado sempre fez uma seleção entre os vocacionados e os impulsionados, só que cada vez mais se destacam os profissionais 360°, que como atiradores de elite disparam um tiro só, bem no alvo.
Fico por aqui, mas gostaria que de alguma forma pudéssemos pensar sobre essa nova estrutura, sobre esses novos valores, sobre esse novo fluxo de trabalho capaz de moldar os rumos da vida dos profissionais e das agências de propaganda.
Até a próxima !
Igor Reis
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Programadores x Navegadores
É correto dizer que o maior problema para um desenvolvedor Web é o tempo perdido para lidar com as incompatibilidades entre os navegadores (browsers). É comum ver vários programadores se queixando ou até se limitando em utilizar alguns recursos para minimizar os efeitos causados pela mudança de navegador. Ajustar os bugs para cada um deles é irritante, frustrante e torna o processo incrivelmente lento.
Assumir a responsabilidade de sanar todos os erros (bugs) gerados pela incompatibilidade entre os navegadores é uma tarefa árdua, tendo em vista que o programador tem a tarefa de planejar e executar, ele ainda precisa prever e testar tudo que é feito em todos os navegadores.
Os mais utilizados pelos usuários são: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome e Safari. Outros, mais primitivos suportavam somente uma versão mais simples de HTML. O desenvolvimento rápido dos navegadores proprietários, porém, levou à criação de “dialetos” não-padronizados do HTML, causando problemas de incompatibilidade na Web. Navegadores mais modernos suportam versões padronizadas das linguagens HTML e XHTML (começando com o HTML 4.01), e mostram páginas de uma maneira uniforme através das plataformas em que executam.
A W3C que é um consórcio de empresas de tecnologia que foi criada para levar a Web ao seu potencial máximo, por meio do desenvolvimento de protocolos comuns e fóruns abertos que promovessem sua evolução e assegurassem a sua interoperabilidade. Ela desenvolve padrões para a criação e a interpretação dos conteúdos para a Web. É um dever de todo desenvolvedor Web respeitar e seguir os padrões de acessibilidade do W3C, pois de outro modo, serão impostas barreiras tecnológicas a diversas pessoas, desestimulando e até mesmo impedindo o acesso a suas páginas.
Seria muito bom para todo programador se as empresas desenvolvedoras de navegadores respeitassem as normas da W3C, o que hoje não acontece, salvo o navegador da Mozilla, o Firefox que por sua vez ainda não é o mais utilizado pelos internautas. Os outros navegadores em sua maioria utilizam-se de suas próprias normas para aplicação de diretivas de programação. Trazendo assim o problema para o programador que terá que prever todo o desenvolvimento para cada navegador, tornando o seu trabalho mais demorado.
Por sua vez o internauta não quer e não tem a obrigação de saber qual navegador usar. Seu objetivo é acessar os sites que deseja, e estes tem como obrigação serem carregados corretamente para todos, independente do navegador utilizado.
Então se você é programador ou desenvolvedor web, boa sorte na sua caminhada em busca do código perfeito.
Gustavo Valle
Assumir a responsabilidade de sanar todos os erros (bugs) gerados pela incompatibilidade entre os navegadores é uma tarefa árdua, tendo em vista que o programador tem a tarefa de planejar e executar, ele ainda precisa prever e testar tudo que é feito em todos os navegadores.
Os mais utilizados pelos usuários são: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome e Safari. Outros, mais primitivos suportavam somente uma versão mais simples de HTML. O desenvolvimento rápido dos navegadores proprietários, porém, levou à criação de “dialetos” não-padronizados do HTML, causando problemas de incompatibilidade na Web. Navegadores mais modernos suportam versões padronizadas das linguagens HTML e XHTML (começando com o HTML 4.01), e mostram páginas de uma maneira uniforme através das plataformas em que executam.
A W3C que é um consórcio de empresas de tecnologia que foi criada para levar a Web ao seu potencial máximo, por meio do desenvolvimento de protocolos comuns e fóruns abertos que promovessem sua evolução e assegurassem a sua interoperabilidade. Ela desenvolve padrões para a criação e a interpretação dos conteúdos para a Web. É um dever de todo desenvolvedor Web respeitar e seguir os padrões de acessibilidade do W3C, pois de outro modo, serão impostas barreiras tecnológicas a diversas pessoas, desestimulando e até mesmo impedindo o acesso a suas páginas.
Seria muito bom para todo programador se as empresas desenvolvedoras de navegadores respeitassem as normas da W3C, o que hoje não acontece, salvo o navegador da Mozilla, o Firefox que por sua vez ainda não é o mais utilizado pelos internautas. Os outros navegadores em sua maioria utilizam-se de suas próprias normas para aplicação de diretivas de programação. Trazendo assim o problema para o programador que terá que prever todo o desenvolvimento para cada navegador, tornando o seu trabalho mais demorado.
Por sua vez o internauta não quer e não tem a obrigação de saber qual navegador usar. Seu objetivo é acessar os sites que deseja, e estes tem como obrigação serem carregados corretamente para todos, independente do navegador utilizado.
Então se você é programador ou desenvolvedor web, boa sorte na sua caminhada em busca do código perfeito.
Gustavo Valle
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Amigo Inédito conquista Ouro, Prata e Bronze no Prêmio Jaime Câmara 2009
Olá amigos,
Gostaria de compartilhar com vocês mais um prêmio conquistado pela Inédita Propaganda. Estamos novamente entre as agências premiadas da cidade e dessa vez com um projeto pessoal e verdeiro que vocês já conhecem: o Projeto Amigo Inédito (www.amigoinedito.com.br).
As peças do projeto Amigo Inédito foram feitas com objetivos totalmente diferentes. Não queríamos vender nenhum produto, não tínhamos verba para super produções, até mesmo por ser um projeto social, e acabamos fazendo tudo dentro da agência: produção, animação, criação e com a ajuda do Estúdio Barra e a atenção incondicional de Rinaldo e Marcelo Barra, gravamos um spot e utilizamos o mesmo em um material para TV e adivinhem:
Ganhamos três prêmios com esse projeto:
• Troféu Bronze - Spot Rádio - Categoria Social / Serviço Público / Comunitário
• Troféu Prata - Televisão - Categoria Social / Serviço Público / Comunitário
• Troféu Ouro - Televisão - Categoria Social / Serviço Público / Comunitário
Dois e uma só categoria, já que o VT tinha duas versões diferentes, as duas foram premiadas. Tudo isso contra uma ótima peça da Secretaria da Saúde de Goiás.
Estamos muito felizes, a equipe satisfeita e orgulhosa de um projeto muito nosso mesmo. Ganhamos o prêmio em todos os seus níveis, já que somos, neste caso, cliente, agência e produtora do material.
Obrigado a todos pelas orações, pela torcida e por acreditarem sempre na Inédita.
Abraços.
Thiago Leopoldino.
Veja o VT vencedor:
Quadro de vencedores:
Gostaria de compartilhar com vocês mais um prêmio conquistado pela Inédita Propaganda. Estamos novamente entre as agências premiadas da cidade e dessa vez com um projeto pessoal e verdeiro que vocês já conhecem: o Projeto Amigo Inédito (www.amigoinedito.com.br).
As peças do projeto Amigo Inédito foram feitas com objetivos totalmente diferentes. Não queríamos vender nenhum produto, não tínhamos verba para super produções, até mesmo por ser um projeto social, e acabamos fazendo tudo dentro da agência: produção, animação, criação e com a ajuda do Estúdio Barra e a atenção incondicional de Rinaldo e Marcelo Barra, gravamos um spot e utilizamos o mesmo em um material para TV e adivinhem:
Ganhamos três prêmios com esse projeto:
• Troféu Bronze - Spot Rádio - Categoria Social / Serviço Público / Comunitário
• Troféu Prata - Televisão - Categoria Social / Serviço Público / Comunitário
• Troféu Ouro - Televisão - Categoria Social / Serviço Público / Comunitário
Dois e uma só categoria, já que o VT tinha duas versões diferentes, as duas foram premiadas. Tudo isso contra uma ótima peça da Secretaria da Saúde de Goiás.
Estamos muito felizes, a equipe satisfeita e orgulhosa de um projeto muito nosso mesmo. Ganhamos o prêmio em todos os seus níveis, já que somos, neste caso, cliente, agência e produtora do material.
Obrigado a todos pelas orações, pela torcida e por acreditarem sempre na Inédita.
Abraços.
Thiago Leopoldino.
Veja o VT vencedor:
Quadro de vencedores:
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amigo Inédito,
Inédita Propaganda,
Prêmio Jaime Câmara 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Projeto Amigo Inédito - Prêmio Ser Humano Goiás 2009
Bom amigos, para nossa surpresa o Projeto Amigo Inédito nos deu mais do que esperávamos no primeiro momento. Conquistamos um prêmio importante e muito mais do que isso, o respeito e o reconhecimento da sociedade.
A idéia, pra quem ainda não sabe, nasceu de uma vontade de fazer alguma coisa, qualquer coisa, diferente por alguém, pelo próximo mesmo. A gente andava inconformado com o dia-a-dia sem objetivos, com a falta de vontade e disposição pra praticar o bem, com a comodidade que nos cerca cada vez mais no cotidiano.
E aí nasceu o Amigo Inédito. Por que não nos tornarmos mais do que simples colegas de trabalho e de profissão? Por que não transformar o nosso dia-a-dia e a nossa história em algo que preenchesse esse vazio enorme? E por que não ajudar muitas pessoas com essa mudança de comportamento?
E o projeto aconteceu. Conhecemos e ajudamos famílias, instituições, crianças e trouxemos um pouco mais de humanidade pro nosso meio. Despertamos, através do site amigoinedito.com.br (projeto desenvolvido pela criativa e empolgada equipe da Inédita Propaganda), a vontade das pessoas mostrarem, quase como um desabafo, o que elas também faziam por outras pessoas.
O projeto ganhou força. Clientes, parceiros, fornecedores, colaboradores, amigos e até concorrentes da nossa empresa apoiaram a nossa idéia.
Para 2009, os planos são muitos e a nossa vontade é de fazer muito mais.
Muito obrigado e parabéns a todos os parceiros e AMIGOS INÉDITOS.
Thiago Leopoldino
Projeto Amigo Inédito
Vencedor do Prêmio Ser Humano Goiás 2009
Categoria Responsabilidade Social - Empresa Privada
A idéia, pra quem ainda não sabe, nasceu de uma vontade de fazer alguma coisa, qualquer coisa, diferente por alguém, pelo próximo mesmo. A gente andava inconformado com o dia-a-dia sem objetivos, com a falta de vontade e disposição pra praticar o bem, com a comodidade que nos cerca cada vez mais no cotidiano.
E aí nasceu o Amigo Inédito. Por que não nos tornarmos mais do que simples colegas de trabalho e de profissão? Por que não transformar o nosso dia-a-dia e a nossa história em algo que preenchesse esse vazio enorme? E por que não ajudar muitas pessoas com essa mudança de comportamento?
E o projeto aconteceu. Conhecemos e ajudamos famílias, instituições, crianças e trouxemos um pouco mais de humanidade pro nosso meio. Despertamos, através do site amigoinedito.com.br (projeto desenvolvido pela criativa e empolgada equipe da Inédita Propaganda), a vontade das pessoas mostrarem, quase como um desabafo, o que elas também faziam por outras pessoas.
O projeto ganhou força. Clientes, parceiros, fornecedores, colaboradores, amigos e até concorrentes da nossa empresa apoiaram a nossa idéia.
Para 2009, os planos são muitos e a nossa vontade é de fazer muito mais.
Muito obrigado e parabéns a todos os parceiros e AMIGOS INÉDITOS.
Thiago Leopoldino
Projeto Amigo Inédito
Vencedor do Prêmio Ser Humano Goiás 2009
Categoria Responsabilidade Social - Empresa Privada
terça-feira, 31 de março de 2009
O que é Raciocínio? E o que é Criatividade? Ou melhor, o que é Raciocínio Criativo?
Um tema muito comum e bastante discutido entre pessoas da área de comunicação. Como ser criativo, fazer anúncios hipercriativos, roteiros impecáveis, ou uma redação que informe o consumidor sobre as qualidades do produto anunciado, sem que isso seja apelativo ou apenas um texto informativo? Como? Simples, basta ser criativo! Na teoria pode ser simples, mas, como pensar com criatividade?
A criatividade existe em todos nós, cada um tem um ou mais lados criativos, seja ele voltado para questões financeiras, para conseguir fazer uma grana extra para sair de um aperto no fim do mês ou pra comprar um produto que desejamos, ou também para o lado amoroso, que usamos na tentativa de conquistar a mulher amada.
E por que não, usar essa criatividade na publicidade?
A criatividade é aflorada quando há um motivo forte. Desejo, paixão e dor, são elementos “fortes” que contribuem para que usemos a tal “criatividade”. E caso não saiba, esses sentimentos estão ligados como carne e unha na publicidade.
Emoção, é o termo comum entre publicidade e criatividade, não existe criatividade sem causa, sem sentimento, sem emoção. É assim também na publicidade.
Como disse antes, a criatividade está em cada um de nós, mas, como usar essa criatividade do dia-a-dia na publicidade?
O principal é reconhecer que publicidade também é emocional e não só razão, afinal se a publicidade fosse feita apenas de raciocínio, os anunciantes simplesmente colocariam as qualidades dos seus produtos e o consumidor, com o seu lado racional, sem um pingo de emoção, decidiria qual produto traria mais vantagens, e faria sua escolha. Mas isso não acontece, e por conta disso temos um papel maior a ser feito, ou melhor, a ser escrito.
A perfeição de uma campanha para um produto acontece quando conseguimos conquistar os consumidores de determinado produto, pelas emoções e também pelo lógica. Esse é o tão almejado, “Raciocínio Criativo”.
O nosso cérebro, quando nascemos, está completamente livre de qualquer “programação”, de qualquer preconceito. Ao longo dos anos vamos moldando nossas mentes a terem vontade própria, se é que podemos chamar assim. Em outras palavras, criamos vontades. Não gostamos de pimenta porque arde, ou gostamos porque arde. Ou seja, vamos moldando o nosso cérebro de acordo com nossas necessidades. É o mesmo que temos a fazer com a criatividade, ensinar, programar o nosso cérebro a raciocinar de forma criativa, e isso não acontece da noite pro dia. Não existe fórmula mágica para isso.
Como ensinar nosso cérebro a ter um raciocínio criativo?
Apesar de não ter uma formula mágica, vamos entender um pouco como funciona o nosso cérebro.
Somos munidos de informações o tempo todo e nosso cérebro armazena tudo. Classifica essas informações de acordo com nossas prioridades. Quando estamos com um job de um cliente/produto, ele é ativado. Busca informações arquivadas durante toda a vida, e que se relacionam ao produto/cliente. Porém, nosso cérebro, em determinadas situações, não é tão veloz assim. Quando solicitamos uma informação, e ele nos dá a resposta imediata, isso quando é um assunto da sua rotina. Por exemplo, se lhe perguntarem qual a sua cor preferida? Ou melhor, qual o seu nome? O cérebro fará uma pesquisa e imediatamente dará a informação. Mas, quando se trata de algo novo e inédito (como a publicidade deve ser), o nosso cérebro demora mais para processar, formular o que solicitamos a ele, pode demorar dias até conseguir combinar as informações contidas em nossa mente. Para conseguirmos extrair algo interessante, criativo, vai depender da experiência de vida de cada indivíduo, dos livros que leu, dos relacionamentos que teve e outra série de fatores. Como dizem por aí, um criativo não vê nada de forma negativa, tudo é motivo para inspirar sua criatividade.
Meu conselho é que viva a vida com bastante intensidade, variedade, tenha a mente aberta, sugue o máximo do mundo, observe a natureza, todas as suas formas, seus contrastes, suas combinações, cores, pessoas etc. Tudo isso vai ser fonte de pesquisas na hora de criar. É uma busca incansável.
Você pode ajudar o seu cérebro. Como?
Quando estiver com um job sobre um determinado produto ou serviço, busque o máximo de referências que conseguir. Pesquise peças relacionadas ao tema, leia sobre o produto, assim seu cérebro vai coletar todas essas informações e vai começar a processá-las, na tentativa de combinar tudo que você leu e viu naquele momento, com tudo o que adquiriu aos longos dos anos. Esse processo pode demorar muito, ou pode ser rápido, depende dos fatores que citei acima, suas experiências de vida. Quanto menos experiência de vida, maior deve ser a pesquisa momentânea, mais minuciosa possível, a fim de observar detalhes que ajudarão a alcançar o raciocínio criativo de forma mais rápida.
Agora você já tem as ferramentas que deve usar para alcançar o raciocínio criativo. Uma das dicas no texto, é que você viva mais, leia mais e se relacione mais, seja observador ativo, fique atento, ouça mais.
Pra finalizar, uma dica excelente: o livro “Raciocínio Criativo na Publicidade” de Stalimir Vieira. Com esse livro você vai dar um mergulho mais profundo sobre a criatividade na publicidade, por meio das experiências vividas pelo autor.
Thiago Silva
A criatividade existe em todos nós, cada um tem um ou mais lados criativos, seja ele voltado para questões financeiras, para conseguir fazer uma grana extra para sair de um aperto no fim do mês ou pra comprar um produto que desejamos, ou também para o lado amoroso, que usamos na tentativa de conquistar a mulher amada.
E por que não, usar essa criatividade na publicidade?
A criatividade é aflorada quando há um motivo forte. Desejo, paixão e dor, são elementos “fortes” que contribuem para que usemos a tal “criatividade”. E caso não saiba, esses sentimentos estão ligados como carne e unha na publicidade.
Emoção, é o termo comum entre publicidade e criatividade, não existe criatividade sem causa, sem sentimento, sem emoção. É assim também na publicidade.
Como disse antes, a criatividade está em cada um de nós, mas, como usar essa criatividade do dia-a-dia na publicidade?
O principal é reconhecer que publicidade também é emocional e não só razão, afinal se a publicidade fosse feita apenas de raciocínio, os anunciantes simplesmente colocariam as qualidades dos seus produtos e o consumidor, com o seu lado racional, sem um pingo de emoção, decidiria qual produto traria mais vantagens, e faria sua escolha. Mas isso não acontece, e por conta disso temos um papel maior a ser feito, ou melhor, a ser escrito.
A perfeição de uma campanha para um produto acontece quando conseguimos conquistar os consumidores de determinado produto, pelas emoções e também pelo lógica. Esse é o tão almejado, “Raciocínio Criativo”.
O nosso cérebro, quando nascemos, está completamente livre de qualquer “programação”, de qualquer preconceito. Ao longo dos anos vamos moldando nossas mentes a terem vontade própria, se é que podemos chamar assim. Em outras palavras, criamos vontades. Não gostamos de pimenta porque arde, ou gostamos porque arde. Ou seja, vamos moldando o nosso cérebro de acordo com nossas necessidades. É o mesmo que temos a fazer com a criatividade, ensinar, programar o nosso cérebro a raciocinar de forma criativa, e isso não acontece da noite pro dia. Não existe fórmula mágica para isso.
Como ensinar nosso cérebro a ter um raciocínio criativo?
Apesar de não ter uma formula mágica, vamos entender um pouco como funciona o nosso cérebro.
Somos munidos de informações o tempo todo e nosso cérebro armazena tudo. Classifica essas informações de acordo com nossas prioridades. Quando estamos com um job de um cliente/produto, ele é ativado. Busca informações arquivadas durante toda a vida, e que se relacionam ao produto/cliente. Porém, nosso cérebro, em determinadas situações, não é tão veloz assim. Quando solicitamos uma informação, e ele nos dá a resposta imediata, isso quando é um assunto da sua rotina. Por exemplo, se lhe perguntarem qual a sua cor preferida? Ou melhor, qual o seu nome? O cérebro fará uma pesquisa e imediatamente dará a informação. Mas, quando se trata de algo novo e inédito (como a publicidade deve ser), o nosso cérebro demora mais para processar, formular o que solicitamos a ele, pode demorar dias até conseguir combinar as informações contidas em nossa mente. Para conseguirmos extrair algo interessante, criativo, vai depender da experiência de vida de cada indivíduo, dos livros que leu, dos relacionamentos que teve e outra série de fatores. Como dizem por aí, um criativo não vê nada de forma negativa, tudo é motivo para inspirar sua criatividade.
Meu conselho é que viva a vida com bastante intensidade, variedade, tenha a mente aberta, sugue o máximo do mundo, observe a natureza, todas as suas formas, seus contrastes, suas combinações, cores, pessoas etc. Tudo isso vai ser fonte de pesquisas na hora de criar. É uma busca incansável.
Você pode ajudar o seu cérebro. Como?
Quando estiver com um job sobre um determinado produto ou serviço, busque o máximo de referências que conseguir. Pesquise peças relacionadas ao tema, leia sobre o produto, assim seu cérebro vai coletar todas essas informações e vai começar a processá-las, na tentativa de combinar tudo que você leu e viu naquele momento, com tudo o que adquiriu aos longos dos anos. Esse processo pode demorar muito, ou pode ser rápido, depende dos fatores que citei acima, suas experiências de vida. Quanto menos experiência de vida, maior deve ser a pesquisa momentânea, mais minuciosa possível, a fim de observar detalhes que ajudarão a alcançar o raciocínio criativo de forma mais rápida.
Agora você já tem as ferramentas que deve usar para alcançar o raciocínio criativo. Uma das dicas no texto, é que você viva mais, leia mais e se relacione mais, seja observador ativo, fique atento, ouça mais.
Pra finalizar, uma dica excelente: o livro “Raciocínio Criativo na Publicidade” de Stalimir Vieira. Com esse livro você vai dar um mergulho mais profundo sobre a criatividade na publicidade, por meio das experiências vividas pelo autor.
Thiago Silva
segunda-feira, 23 de março de 2009
Qualidade x Gráficas x Fluxo
É impressionante como o avanço da tecnologia muda a forma de trabalho (workflow) de cada um de nós. A evolução dos softwares, hardwares em geral, e suas usabilidades fazem com que fiquemos em constante atualização para que o fluxo de trabalho se mostre cada vez melhor. Porém, falando especificamente em softwares gráficos, há uma resistência muito grande ainda por parte de algumas empresas, no que diz respeito à melhoria no processo de trabalho, tanto de quem contrata o serviço, quanto de quem produz o material.
Vamos a um exemplo prático para quem trabalha com arte em geral: designers, diretores de arte, diagramadores etc. Você fez seu material gráfico todo em Illustrator, pra mim o melhor software vetorial existente, e precisa enviar para gráfica. Certo? Bom, então finalizamos o arquivo e mandamos em vários formatos (.eps, .tiff, .idd, .pdf) para que não ocorra qualquer tipo de problema. O certo seria enviar somente em *.pdf, um formato mais seguro e confiável, porém já houve casos em que me perguntaram o que era esse tal de “pdf” que todo mundo fala. Fazer o quê! Beleza, o arquivo chega à gráfica, só que com um pequeno porém: a gráfica não trabalha com Illustrator, somente com o tão famoso Corel. Aí o que acontece??? O arquivo volta pra agência para mudar o formato.
Bem, de cara exportamos o danado do arquivo pra *.eps para ver se abre no Corel.
1ª tentativa: o gradiente bonitinho que você fez com tanto carinho no Illustrator foi pro beleléu, ficou todo dividido. E as fotos linkadas? E a fidelidade de cores? Bom, não vou descrever tudo mas esses são os principais exemplos de incompatibilidade. Nessa altura do campeonato o cara já tá grilado.
2ª tentativa: exporta o arquivo em *.tiff e importa no Corel. O documento que tinha 4mb ganhou, incompreensíveis 20mb, e as fontes em vetor agora são tudo bitmap. Que beleza? [#modo irônico ativado] Agora manda por email, deve ir rapidinho né? Ahh... quê isso? É só gravar em um cd e pedir pro motoboy entregar, simples e rápido! [#modo irônico desativado]. Escolhido uma das opções, o motoboy ou o email, o arquivo chega de novo à gráfica, é impresso e tcharam! O resultado não foi o esperado, o laranja da logomarca parece que está mais escuro, o verde do background está amarelado, a fonte com 6 pontos que você colocou saiu só o borrão e por aí vai. Esse drama todo por resistência, desconhecimento e falta de interesse em se atualizar.
A conversão de arquivos dita acima, de Illustrator para Corel, é feita através de usuários que usam PC. E pra quem usa MAC? Eu quem digo! Sofro muito com isso. Quase todo dia lá vou eu pedir aos companheiros para fazerem a conversão do arquivo, pois a gráfica não aceita Illustrator. Uma solução, talvez um tanto radical, seria um boicote por parte de agências e outros meios que fazem uso do serviço gráfico, para que percebam a relevância de ter gente capacitada e softwares adequados para cada tipo de serviço. Ou seja, mandou o arquivo em *.pdf e a gráfica falou que só aceita em Corel? Mude de gráfica! O orçamento pode até ficar um pouquinho mais caro, mas o que importa é o resultado, sem surpresas desagradáveis, sem desgaste de relacionamento, sem perda de tempo e com uma qualidade incomparavelmente muito superior.
Aiala Garcia
Vamos a um exemplo prático para quem trabalha com arte em geral: designers, diretores de arte, diagramadores etc. Você fez seu material gráfico todo em Illustrator, pra mim o melhor software vetorial existente, e precisa enviar para gráfica. Certo? Bom, então finalizamos o arquivo e mandamos em vários formatos (.eps, .tiff, .idd, .pdf) para que não ocorra qualquer tipo de problema. O certo seria enviar somente em *.pdf, um formato mais seguro e confiável, porém já houve casos em que me perguntaram o que era esse tal de “pdf” que todo mundo fala. Fazer o quê! Beleza, o arquivo chega à gráfica, só que com um pequeno porém: a gráfica não trabalha com Illustrator, somente com o tão famoso Corel. Aí o que acontece??? O arquivo volta pra agência para mudar o formato.
Bem, de cara exportamos o danado do arquivo pra *.eps para ver se abre no Corel.
1ª tentativa: o gradiente bonitinho que você fez com tanto carinho no Illustrator foi pro beleléu, ficou todo dividido. E as fotos linkadas? E a fidelidade de cores? Bom, não vou descrever tudo mas esses são os principais exemplos de incompatibilidade. Nessa altura do campeonato o cara já tá grilado.
2ª tentativa: exporta o arquivo em *.tiff e importa no Corel. O documento que tinha 4mb ganhou, incompreensíveis 20mb, e as fontes em vetor agora são tudo bitmap. Que beleza? [#modo irônico ativado] Agora manda por email, deve ir rapidinho né? Ahh... quê isso? É só gravar em um cd e pedir pro motoboy entregar, simples e rápido! [#modo irônico desativado]. Escolhido uma das opções, o motoboy ou o email, o arquivo chega de novo à gráfica, é impresso e tcharam! O resultado não foi o esperado, o laranja da logomarca parece que está mais escuro, o verde do background está amarelado, a fonte com 6 pontos que você colocou saiu só o borrão e por aí vai. Esse drama todo por resistência, desconhecimento e falta de interesse em se atualizar.
A conversão de arquivos dita acima, de Illustrator para Corel, é feita através de usuários que usam PC. E pra quem usa MAC? Eu quem digo! Sofro muito com isso. Quase todo dia lá vou eu pedir aos companheiros para fazerem a conversão do arquivo, pois a gráfica não aceita Illustrator. Uma solução, talvez um tanto radical, seria um boicote por parte de agências e outros meios que fazem uso do serviço gráfico, para que percebam a relevância de ter gente capacitada e softwares adequados para cada tipo de serviço. Ou seja, mandou o arquivo em *.pdf e a gráfica falou que só aceita em Corel? Mude de gráfica! O orçamento pode até ficar um pouquinho mais caro, mas o que importa é o resultado, sem surpresas desagradáveis, sem desgaste de relacionamento, sem perda de tempo e com uma qualidade incomparavelmente muito superior.
Aiala Garcia
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